Posts tagged ‘Cuba’

Já tem vídeo novo!

Bandeira do Brasil.Ontem publicamos esse videozinho aí! Mais um da playlist V.I. em Cuba! 🙂 Como eu já disse no post anterior, o restante deste mês será dedicado à Argentina. Acho que é uma boa ideia enriquecer essa playlist agora já que as férias de verão estão começando e, certamente, muitos brasileiros estão viajando pra lá… Bem, enquanto vocês se divertem, eu vou ficar em casa editando vídeos durante todo este mês… 😥 Vou dar um gás agora porque o ano novo já tá chegando… E minha cabeça tá cheia de planos e ideias mirabolantes pra 2016… 😈

[Fábio Monteiro]

Resumo: vidaĵoj pri gastejoj en Kubo.

Summary: video about accommodations in Cuba.

Resumen: vídeo sobre alojamientos en Cuba.

03/12/2015 at 16:24 Deixe um comentário

De volta à edição…

DSC04083-460

Horas antes de ambarcar pra casa, no meu último rolê em Havana.

Bandeira do Brasil.Cheguei de Havana na semana passada meio baqueado… Uma virosezinha caribenha me pegou… Por isso ainda não publiquei nenhum vídeo novo por aqui. 😥 Mas já tô melhorando e acho que já dá pra voltar à ilha de edição! O plano pra esse mês de dezembro é continuar montando os vídeos da Argentina e começar alguma coisa sobre o Uruguai… No entanto, acho que hoje vou começar a editar um que gravei em Cuba, que é bem rápido e fácil, só pra dar uma agitadinha no canal! #VamoQueVamo 😆

[Fábio Monteiro]

Resumo: reveninte al muntado de videaĵoj.

Summary: back to editing videos.

Resumen: volviendo a la edición de vídeos.

30/11/2015 at 13:26 Deixe um comentário

Volto logo!


Bandeira do Brasil.Tô deixando esse post aqui em destaque só pra avisar que – muito provavelmente – estou incomunicável no momento. Estou em Havana, Cuba! Aqui acessar a internet não é tão fácil… Por isso, mensagens, e-mails e comentários serão respondidos assim que eu voltar pra casa, após o dia 25 de novembro, ok?! Assistam ao vídeo pois lá eu explico com mais detalhes… 😉

[Fábio Monteiro]

Resumo: mi estas en Kubo, do sen interreto!

Summary: I am in Cuba, so no internet!

Resumen: estoy en Cuba, por lo tanto no hay internet!

15/11/2015 at 17:18 Deixe um comentário

Não, Cuba não foi fácil…

Bandeira do Brasil.Acho que muita gente tem uma impressão errada sobre Cuba quando o assunto é turismo… Pelo menos, eu tinha… Achava que, por conta do socialismo, tudo devia ser mais barato, simples e honesto. Quanta ilusão!!! Passei por muitos perrengues na ilha e devo ter perdido uns 5 quilos… Foi bem complicado! Pra que você não caia nas mesmas armadilhas que eu caí, resolvi gravar esse videozinho aí. Espero que ajude!

[Fábio Monteiro]

Resumo: videaĵo kun konsiloj pri turismo en Kubo.

Summary: video with tips about tourism in Cuba.

Resumen: vídeo con consejos sobre turismo en Cuba.

11/09/2015 at 16:15 Deixe um comentário

Por que existem duas moedas em Cuba?

Bandeira do Brasil.Bom, gente, este post é uma informação complementar do vídeo mais recente que publiquei no YouTube. Se você ainda não assistiu, recomendo que assista antes da leitura (Clique aqui para assistir!).

É meio complicado explicar “detalhadamente” por que o governo cubano criou uma segunda moeda já que isso envolveria muitos conceitos de economia… Mas resumindo: o governo criou uma moeda exclusiva pro turista – principalmente – pra controlar a quantidade de moeda estrangeira que circula no país (garantindo assim uma economia “socialista”) e, de certa forma, lucrar com isso. Como é que tudo aconteceu?

Cubana mostra na mão esquerda Pesos Cubanos, na direita CUCs.

Cubana mostra na mão esquerda Pesos Cubanos, na direita CUCs.

Quando Cuba se abriu pro turismo nos anos 90 (após a dissolução do bloco socialista), os estrangeiros chegavam lá e despejavam uma quantidade gigantesca de dólares no país. O peso cubano era ainda mais desvalorizado do que atualmente, então, os gringos sequer trocavam o dinheiro… Isso começou a criar um mercado paralelo, um mercado capitalista num país socialista, onde as pessoas não queriam mais saber da moeda nacional já que o dólar valia 30 vezes mais. Nessa época, muitos cubanos começaram a ganhar bastante dinheiro com o turismo, recebendo em dólar, o que gerou problemas pro governo já que “teoricamente” um dos fundamentos do socialismo é a igualdade.

Então, pra controlar essa circulação de moeda, o que é que o Fidel fez? Primeiro, ele proibiu a circulação de dólar em Cuba e isso foi fácil de fazer já que tudo (comércio & serviços) era estatal! Em seguida, ele estabeleceu o seguinte: todo turista vai ter que trocar seu dinheiro por CUCs (pesos conversíveis), uma moeda que “teoricamente” seria exclusividade dos turistas…

Dessa forma, o governo cubano sabe exatamente quanto de moeda estrangeira está entrando no país porque as casas de câmbio e o sistema bancário é todo do estado. Então, o turista chega lá, troca o dinheiro dele nas casas de câmbio, ou seja, os dólares já vão direto pro governo… Na sequência, ele pega os CUCs e usa pra pagar de novo ao governo já que tudo era estatal. Resumindo, é um esquema de controle estatal que parecia bastante inteligente no começo, mas que também começou a gerar uma série de problemas já que – apesar do forte controle do governo – alguns CUCs acabavam saindo do sistema…

O presidente Raul Castro tenta separar a briga entre as moedas.

O presidente Raul Castro tenta separar a briga entre as moedas.

Um exemplo insano é a prostituição! Cuba se transformou rapidamente num dos maiores centros de turismo sexual do mundo. Um “programa” na ilha é muito-muito-muito barato! Para um turista, 10 CUCs (10 dólares) não é nada; mas quando esse valor é convertido em Peso Cubano se transforma em 250 pesos, o salário mensal de muita gente que mora em Cuba. Então, muitas “garotas de programa”, que trabalhavam exclusivamente com os turistas, ficaram ricas!

Outro exemplo: conheci um motorista de bicitaxi que era professor universitário com doutorado… Largou o trabalho na universidade pra transportar turistas, pedalando debaixo de um sol escaldante. Dessa maneira, ele chega a ganhar 30 vezes mais do que na universidade. Ouvi vários relatos semelhantes… Enfim, o negócio por lá é bem complicado…

[Fábio Monteiro]

Resumo: kial estas du monoj en Kubo?

Summary: why are there two currencies in Cuba?

Resumen: ¿por qué hay dos monedas en Cuba?

10/09/2015 at 13:42 Deixe um comentário

O dia em que eu visitei Che Guevara


Bandeira do Brasil.Minha viagem até Santa Clara aconteceu meio por acaso. Na verdade, eu queria ir a Santiago de Cuba, que fica na extremidade oeste da ilha. No entanto, como Santa Clara é – mais ou menos – o ponto médio entre Havana e Santiago, resolvi fazer uma parada lá durante a longa viagem de ônibus. Fiquei só 4 dias, mas deu tempo de fazer esse videozinho aí… Na verdade, eu nunca tinha ouvido falar em Santa Clara até chegar em Cuba. Um amigo de Havana me deu a dica, disse que os restos mortais de Che Guevara estavam lá e que a cidade era bastante conhecida por conta disso. Então, coloquei Santa Clara no roteiro… 💡

[Fábio Monteiro]

Resumo: Videaĵo registrita en Santa Clara, Kuba urbo kie ripozas la korpaj restaĵoj de Che Guevara.

Summary: video recorded in Santa Clara, Cuban city where lie the mortal remains of Che Guevara.

Resumen: vídeo grabado en Santa Clara, ciudad cubana donde reposan los restos mortales del Che Guevara.

15/07/2015 at 17:21 Deixe um comentário

E aí?! Como foi a viagem??? Me conta!

Blogando durante viagem de trem entre Syracuse e New York.

Blogando durante viagem de trem entre Syracuse e New York.

Bandeira do Brasil.Bem, amigos, desde que eu cheguei em casa tenho passado muitas horas do dia respondendo a questão acima. Familiares, amigos, colegas, conhecidos e até desconhecidos perguntam insistentemente: Fabinho, como foi a viagem? Então, por isso, decidi escrever este texto. Óbvio que não dá pra contar tudo que aconteceu em 6 meses em um único post. Aliás, rolando o blog pra baixo há dezenas de postagens que escrevi durante a trip contanto detalhes menores… Portanto, o texto a seguir na verdade é um arremate final, um “resumão” e uma espécie de conclusão da temporada “Viajante Independente”. Além disso, a partir de agora, ao invés de repetir a mesma coisa várias vezes ao dia, posso simplesmente mandar o link desta postagem à quem me perguntar: “como foi a viagem?” :mrgreen: Boa leitura!


Que diabos é uma viagem sabática?

A primeira vez que eu ouvi falar sobre viagem sabática foi em 2011. Uma amiga belga, que estava viajando pela América Latina, me disse que na Europa isso já era muito comum. “Hoje em dia, os próprios consultores de carreiras recomendam um intervalo na rotina de vez em quando. Viajar por alguns meses faz um bem danado não só na vida pessoal, mas principalmente na profissional”, ela me explicou.

Muitas empresas e instituições acadêmicas – principalmente nos EUA e na Europa – já comprovaram os benefícios deste tipo de viagem e, por isso, dão folgas remuneradas para seus funcionários viajarem e se reciclarem. Esses períodos de ócio, que podem durar de três meses a um ano, eles chamam de “ano sabático” ou “viagem sabática”. Trata-se de um intervalo na rotina, um período para refletir, conhecer pessoas diferentes, lugares diferentes, culturas diferentes, experimentar coisas novas, ideias novas, novos hábitos, modificar velhos paradigmas, aprender e enfim melhorar.

Momento de reflexão no alto dos montes Apalaches. :P

Momento de reflexão no alto dos montes Apalaches. 😛

Ual! Conversando com a belga, descobri que eu sempre quis fazer uma viagem sabática, só não sabia que tinha esse nome pomposo. No entanto, disse pra minha amiga que essa onda ainda não havia chegado no Brasil. Pelo menos, no Grupo de Comunicação O Povo, onde eu trabalhava, viagens sabáticas não estavam disponíveis ainda… Então ela disse que isso não era problema, se eu quisesse, poderia fazer um sabático por minha conta, de forma independente. Ela mesma estava fazendo assim! Era só jogar tudo pro alto, se organizar um pouco, comprar umas passagens e se mandar. “Você não vai se arrepender!”, ela garantiu.

Para algumas pessoas, isso tem outro nome, se chama: loucura! Aliás, não foram poucos os colegas e até amigos que disseram “você tá ficando doido, Fabinho!?”. No entanto, eu havia entendido que se tratava de uma experiência única, um tipo de vivência ainda inédita que eu precisava experimentar, uma oportunidade real de crescimento pessoal e profissional… Então, estava decidido! Pedi demissão, vendi meu carro e no dia 24 de junho de 2013, me mandei com passagem só de ida…


A gente sempre volta diferente de um mochilão

Chegando na casa de Albertine e Franklin em Johnson City, Tennessee.

Chegando na casa de Albertine e Franklin em Johnson City, Tennessee.

É muito complicado descrever num post tudo que eu vi, ouvi, senti e experimentei durante os últimos 6 meses… “Cara, por que você não escreve um livro? Tu escreve tão bem…”, alguns amigos incentivam. Eu digo que vou escrever, mas não agora. O fato é que não é fácil ordenar as ideias em plena “depressão pós-viagem”. Shit! 😥 Muita coisa ainda está sendo processada na minha cabeça… Além disso, milhares de planos, projetos e ideias novas também estão em plena ebulição. Então, o máximo que dá pra fazer é um resumão no estilo “fluxo de ideias”. Aí vai:

Fui primeiro para os Estados Unidos. Antes, contatei vários amigos Esperantistas que podiam me hospedar e planejei 3 meses de viagem. Passei por 9 cidades, vi um montão de lugares que já tinha visto na televisão. Conheci um mundo de gente legal, maluca e diferente. Melhorei muito meu inglês. Dancei música country! Comi muito frango frito com purê de batata, barbecue e toda espécie de fast-food. Apaixonei-me por uma alemã, uma montenegrina (quem nasce em Montenegro é isso mesmo?), por meia dúzia de norte-americanas e – esporadicamente – por diversas turistas que transitavam nas ruas de NY. :mrgreen: Enfim, experimentei como é a vida no chamado “primeiro mundo”. E confesso: muitas das minhas ideias pré-concebidas sobre a cultura e o modo de vida estadunidense caíram por terra…

Nas ruínas da cidade Maia de Chichen Itza, no México.

Nas ruínas da cidade Maia de Chichen Itza, no México.

Depois, passei dois meses no México, cabronnnnn! Primeiro, rodei a península de Yucatán com uma amiga brasileira. Praias paradisíacas, pirâmides Maias, cidades coloniais, aulas de espanhol. Depois fui ao centro e ao norte do país. Ao todo foram 7 cidades. Peguei um calor infernal em Cancún e um frio desgraçado em Guanajuato.  Todas aquelas coisas típicas do México comi demasiadamente. Quesadillas, chilaquiles, burritos etc. Hum… Que padre! Tudo sempre acompanhado de tortilhas, limão e pimenta. Nas festas, doses de tequila ao som de mariachis. Aprendi a cantar clássicos de Jose Alfredo Jiménes e a dançar tribal em Monterrey. Fiz vários amigos maravilhosos e me encantei por uma hermosa guadalajarense. Gostei tanto de tudo que quando fui para Cuba já era quase um mexicano…

Viajando de “bici-taxi” em Contramaestre, Cuba. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Viajando de “bici-taxi” em Contramaestre, Cuba. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Na ilha dos irmãos Castro, fiquei 45 dias e conheci 5 cidades. Hospedei-me na casa de amigos cubanos o que, aliás, é completamente ilegal no país! No entanto, aprendi rápido que o “jeitinho cubano” resolve muito mais problemas do que o brasileiro. Experimentar o socialismo foi sem dúvida uma experiência a parte neste sabático. Comida racionada, água e luz racionadas, infraestrutura mínima. “Tudo culpa dos EUA”, eles afirmam. Emagreci uns 5 quilos! As pessoas levam uma vida muito-muito simples. Entretanto, é incrível como o povo é alegre e receptivo. Eles têm um carinho especial por brasileiros! Sobretudo, as cubanas… :mrgreen: Sem dúvida, foi lá que conheci o maior número de pessoas apesar de ter ficado menos tempo. Pena que eles não têm Facebook! 😦 Computadores e internet são artigos de luxo por lá.

Bem, fazendo um resumo do resumo, muito por cima, foi isso aí. Assim que eu escrever o livro aviso pra vocês… 😛


Como conseguir hospedagens de graça

“Eita! Tá podendo hein?!”. “Tu ganhou na loto, menino?”. “Pô, não sabia que jornalista ganhava tão bem assim no Ceará!”. Hehehe… Bem, esses foram alguns comentários que copiei de fotos publicadas no Facebook durante a viagem. Muita gente ainda pensa que é necessário ser multimilionário pra viajar para o exterior. No entanto, hoje em dia, é possível fazer viagens bastante econômicas se você conhece alguns pequenos “truques”. Então, para encerrar este post, vou revelar meu principal segredo de viagem…

Mapa onde planejei meu itinerário. (clique sobre o mapa para ampliá-lo)

Mapa onde planejei meu itinerário. (clique sobre o mapa para ampliá-lo)

Bem, a dica mais importante pra quem quer viajar por muito tempo gastando pouco é eliminar do orçamento o item: hospedagem. Sem dúvida, é onde se gasta mais! Pra ficar 6 meses hospedado em hotéis, ou mesmo em albergues, você tem que ter juntado muita grana! Só pra que você tenha uma noção, se você gastar o equivalente a 50 reais por dia em hospedagem (e é quase impossível gastar tão pouco!), em 6 meses você terá gasto 9 mil reais. Só de albergue!!! Fora alimentação, transporte, passeios, diversão etc. É um montante totalmente inviável para um trabalhador brasileiro honesto, certo?!

No entanto, imagine que em todos os lugares do mundo também existem pessoas como nós. Gente normal, que trabalha, que estuda, que dividi uma casa com a família, ou com os amigos, ou mora sozinho, sei lá… O fato é que quase todo mundo tem um cochãozinho velho encostado na garagem, um sofá-cama confortável ou, às vezes, até um quarto de hospedes… Então, o segredo é se hospedar na casa de pessoas comuns, cidadãos daquele país que você está visitando. Aliás, o “intercâmbio cultural” neste caso é infinitamente mais interessante e proveitoso do que quando se hospeda em hotéis à mercê dos tradicionais roteiros turísticos…

Alguns amigos que me hospedaram. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Alguns amigos que me hospedaram. (clique sobre a foto para ampliá-la)

“Ok, isso parece óbvio, Fabinho, mas como é que eu vou conhecer esse povo?”, imagino que você esteja se perguntando. Ora! Hoje em dia, existe uma infinidade de maneiras diferentes de se fazer amigos no exterior. Através da internet (leia Facebook), você pode contatar pessoas que tenham interesses parecidos com os seus e assim fazer novas amizades. Eu tenho uma amiga, por exemplo, que viajou os Estados Unidos inteirinho ficando na casa de amigos que ela conheceu através de sua igreja evangélica. Conheço um outro cara que rodou a Austrália através de amigos que ele fez por causa do surf… Não é difícil! E na verdade é muito divertido e prazeroso conhecer gente de outros países, de outras culturas, através da internet.

Com amigos da Associação Cubana de Esperanto. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Com amigos da Associação Cubana de Esperanto. (clique sobre a foto para ampliá-la)

No meu caso, eu fiquei hospedado na casa de amigos que conheci por meio do Esperanto. Pra quem nunca ouviu falar, o Esperanto é uma língua planejada (e maluca!) com milhões de falantes espalhados pelo mundo. Então, através dele fiz amigos em vários países e isso facilitou e barateou extraordinariamente minha viagem. Ao todo me hospedei nas casas de 18 pessoas, em 3 países, ao longo de 6 meses. Isso realmente fez toda a diferença no meu sabático, não só porque economizei dinheiro, mas principalmente porque fiz dezenas de amigos e entrei em contato direto com a cultura, com os costumes, com a vida real de cada lugar que visitei. #FicaaDica

[Fábio Monteiro]

Resumo: kiel estis via vojaĝo?

Summary: how was your trip?

Resumen: ¿cómo fue tu viaje?

10/01/2014 at 12:38 1 comentário

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1 de junho de 2016
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