Archive for janeiro, 2014

Renkontante miajn malnovajn E-geamikojn

Mia unua E-renkontiĝeto en 2014.

Mia unua E-renkontiĝeto en 2014.

Finfine, post 6 monatoj for, hieraŭ mi rekontiĝis kun miaj geamikoj Esperantistaj en mia loĝurbo Fortalezo. Ni iris al drinkejo, tiam kelkaj bierumis, aliaj picumis, kaj kompreneble samtempe ĉiuj Esperantumis. Bedaŭdinde la tempo, kiam ni restis kune, tute ne sufiĉis… 😐 Unue ĉar ĉiuj havis novaĵojn por rakonti… Due ĉar la plejmulto devis foriri tro frue… Tamen mi, Ĵuliana kaj Vicente – pro tio ke ni estas tre laboremaj kaj respondecaj – ni decidis resti en la drinkejo ĝis pli malfrue por diskuti kelkajn aspektojn pri la organizado de la venonta IJK dum fumado de bongusta cigarego, kiun mi kunportis el Kubo… Hehe… :mrgreen:


Bonega novaĵo pri la 2014-a IJK

Nia estonta festejo plenplena dum koncerto! Tion imagu dum IJK! \o/

Nia estonta festejo plenplena dum koncerto! Tion imagu dum IJK! \o/

La unua bona novaĵo de 2014 pri IJK estas ke ni sukcesis mojosegan lokon por okazigi feston dum la kongreso. Nu, ni profitis la nokton ankaŭ por konversacii kun la estro de unu el la plej bonaj drinkejo/dancejo de Fortalezo, nome Buoni Amicis, kaj post klarigo pri nia afero li volonte regalis la ejon al ni! Krome li ofertis karnavalan muzikgrupon por sambigi la partoprenantojn! Nekredeble! 😀 Do eble tie ni okazigos brazilan feston por montri al niaj gastoj iom da tipaj muzikoj niaj, dancoj kaj drinkaĵoj… \o/ Atendu treege amuzan kaj frenezan nokton!

Por atingi pli da informoj pri 70-a IJK, vizitu la retpaĝon: www.ijk.brazilo.net

[Fábio Monteiro]

Summary: first Esperanto meeting in 2014 and news about IJK.

Resumen: primera reunión Esperantista en 2014 y noticias sobre IJK.

Bandeira do Brasil.Resumo: primeiro encontro Esperantista de 2014 e novidades sobre IJK.

16/01/2014 at 20:59 1 comentário

E aí?! Como foi a viagem??? Me conta!

Blogando durante viagem de trem entre Syracuse e New York.

Blogando durante viagem de trem entre Syracuse e New York.

Bandeira do Brasil.Bem, amigos, desde que eu cheguei em casa tenho passado muitas horas do dia respondendo a questão acima. Familiares, amigos, colegas, conhecidos e até desconhecidos perguntam insistentemente: Fabinho, como foi a viagem? Então, por isso, decidi escrever este texto. Óbvio que não dá pra contar tudo que aconteceu em 6 meses em um único post. Aliás, rolando o blog pra baixo há dezenas de postagens que escrevi durante a trip contanto detalhes menores… Portanto, o texto a seguir na verdade é um arremate final, um “resumão” e uma espécie de conclusão da temporada “Viajante Independente”. Além disso, a partir de agora, ao invés de repetir a mesma coisa várias vezes ao dia, posso simplesmente mandar o link desta postagem à quem me perguntar: “como foi a viagem?” :mrgreen: Boa leitura!


Que diabos é uma viagem sabática?

A primeira vez que eu ouvi falar sobre viagem sabática foi em 2011. Uma amiga belga, que estava viajando pela América Latina, me disse que na Europa isso já era muito comum. “Hoje em dia, os próprios consultores de carreiras recomendam um intervalo na rotina de vez em quando. Viajar por alguns meses faz um bem danado não só na vida pessoal, mas principalmente na profissional”, ela me explicou.

Muitas empresas e instituições acadêmicas – principalmente nos EUA e na Europa – já comprovaram os benefícios deste tipo de viagem e, por isso, dão folgas remuneradas para seus funcionários viajarem e se reciclarem. Esses períodos de ócio, que podem durar de três meses a um ano, eles chamam de “ano sabático” ou “viagem sabática”. Trata-se de um intervalo na rotina, um período para refletir, conhecer pessoas diferentes, lugares diferentes, culturas diferentes, experimentar coisas novas, ideias novas, novos hábitos, modificar velhos paradigmas, aprender e enfim melhorar.

Momento de reflexão no alto dos montes Apalaches. :P

Momento de reflexão no alto dos montes Apalaches. 😛

Ual! Conversando com a belga, descobri que eu sempre quis fazer uma viagem sabática, só não sabia que tinha esse nome pomposo. No entanto, disse pra minha amiga que essa onda ainda não havia chegado no Brasil. Pelo menos, no Grupo de Comunicação O Povo, onde eu trabalhava, viagens sabáticas não estavam disponíveis ainda… Então ela disse que isso não era problema, se eu quisesse, poderia fazer um sabático por minha conta, de forma independente. Ela mesma estava fazendo assim! Era só jogar tudo pro alto, se organizar um pouco, comprar umas passagens e se mandar. “Você não vai se arrepender!”, ela garantiu.

Para algumas pessoas, isso tem outro nome, se chama: loucura! Aliás, não foram poucos os colegas e até amigos que disseram “você tá ficando doido, Fabinho!?”. No entanto, eu havia entendido que se tratava de uma experiência única, um tipo de vivência ainda inédita que eu precisava experimentar, uma oportunidade real de crescimento pessoal e profissional… Então, estava decidido! Pedi demissão, vendi meu carro e no dia 24 de junho de 2013, me mandei com passagem só de ida…


A gente sempre volta diferente de um mochilão

Chegando na casa de Albertine e Franklin em Johnson City, Tennessee.

Chegando na casa de Albertine e Franklin em Johnson City, Tennessee.

É muito complicado descrever num post tudo que eu vi, ouvi, senti e experimentei durante os últimos 6 meses… “Cara, por que você não escreve um livro? Tu escreve tão bem…”, alguns amigos incentivam. Eu digo que vou escrever, mas não agora. O fato é que não é fácil ordenar as ideias em plena “depressão pós-viagem”. Shit! 😥 Muita coisa ainda está sendo processada na minha cabeça… Além disso, milhares de planos, projetos e ideias novas também estão em plena ebulição. Então, o máximo que dá pra fazer é um resumão no estilo “fluxo de ideias”. Aí vai:

Fui primeiro para os Estados Unidos. Antes, contatei vários amigos Esperantistas que podiam me hospedar e planejei 3 meses de viagem. Passei por 9 cidades, vi um montão de lugares que já tinha visto na televisão. Conheci um mundo de gente legal, maluca e diferente. Melhorei muito meu inglês. Dancei música country! Comi muito frango frito com purê de batata, barbecue e toda espécie de fast-food. Apaixonei-me por uma alemã, uma montenegrina (quem nasce em Montenegro é isso mesmo?), por meia dúzia de norte-americanas e – esporadicamente – por diversas turistas que transitavam nas ruas de NY. :mrgreen: Enfim, experimentei como é a vida no chamado “primeiro mundo”. E confesso: muitas das minhas ideias pré-concebidas sobre a cultura e o modo de vida estadunidense caíram por terra…

Nas ruínas da cidade Maia de Chichen Itza, no México.

Nas ruínas da cidade Maia de Chichen Itza, no México.

Depois, passei dois meses no México, cabronnnnn! Primeiro, rodei a península de Yucatán com uma amiga brasileira. Praias paradisíacas, pirâmides Maias, cidades coloniais, aulas de espanhol. Depois fui ao centro e ao norte do país. Ao todo foram 7 cidades. Peguei um calor infernal em Cancún e um frio desgraçado em Guanajuato.  Todas aquelas coisas típicas do México comi demasiadamente. Quesadillas, chilaquiles, burritos etc. Hum… Que padre! Tudo sempre acompanhado de tortilhas, limão e pimenta. Nas festas, doses de tequila ao som de mariachis. Aprendi a cantar clássicos de Jose Alfredo Jiménes e a dançar tribal em Monterrey. Fiz vários amigos maravilhosos e me encantei por uma hermosa guadalajarense. Gostei tanto de tudo que quando fui para Cuba já era quase um mexicano…

Viajando de “bici-taxi” em Contramaestre, Cuba. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Viajando de “bici-taxi” em Contramaestre, Cuba. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Na ilha dos irmãos Castro, fiquei 45 dias e conheci 5 cidades. Hospedei-me na casa de amigos cubanos o que, aliás, é completamente ilegal no país! No entanto, aprendi rápido que o “jeitinho cubano” resolve muito mais problemas do que o brasileiro. Experimentar o socialismo foi sem dúvida uma experiência a parte neste sabático. Comida racionada, água e luz racionadas, infraestrutura mínima. “Tudo culpa dos EUA”, eles afirmam. Emagreci uns 5 quilos! As pessoas levam uma vida muito-muito simples. Entretanto, é incrível como o povo é alegre e receptivo. Eles têm um carinho especial por brasileiros! Sobretudo, as cubanas… :mrgreen: Sem dúvida, foi lá que conheci o maior número de pessoas apesar de ter ficado menos tempo. Pena que eles não têm Facebook! 😦 Computadores e internet são artigos de luxo por lá.

Bem, fazendo um resumo do resumo, muito por cima, foi isso aí. Assim que eu escrever o livro aviso pra vocês… 😛


Como conseguir hospedagens de graça

“Eita! Tá podendo hein?!”. “Tu ganhou na loto, menino?”. “Pô, não sabia que jornalista ganhava tão bem assim no Ceará!”. Hehehe… Bem, esses foram alguns comentários que copiei de fotos publicadas no Facebook durante a viagem. Muita gente ainda pensa que é necessário ser multimilionário pra viajar para o exterior. No entanto, hoje em dia, é possível fazer viagens bastante econômicas se você conhece alguns pequenos “truques”. Então, para encerrar este post, vou revelar meu principal segredo de viagem…

Mapa onde planejei meu itinerário. (clique sobre o mapa para ampliá-lo)

Mapa onde planejei meu itinerário. (clique sobre o mapa para ampliá-lo)

Bem, a dica mais importante pra quem quer viajar por muito tempo gastando pouco é eliminar do orçamento o item: hospedagem. Sem dúvida, é onde se gasta mais! Pra ficar 6 meses hospedado em hotéis, ou mesmo em albergues, você tem que ter juntado muita grana! Só pra que você tenha uma noção, se você gastar o equivalente a 50 reais por dia em hospedagem (e é quase impossível gastar tão pouco!), em 6 meses você terá gasto 9 mil reais. Só de albergue!!! Fora alimentação, transporte, passeios, diversão etc. É um montante totalmente inviável para um trabalhador brasileiro honesto, certo?!

No entanto, imagine que em todos os lugares do mundo também existem pessoas como nós. Gente normal, que trabalha, que estuda, que dividi uma casa com a família, ou com os amigos, ou mora sozinho, sei lá… O fato é que quase todo mundo tem um cochãozinho velho encostado na garagem, um sofá-cama confortável ou, às vezes, até um quarto de hospedes… Então, o segredo é se hospedar na casa de pessoas comuns, cidadãos daquele país que você está visitando. Aliás, o “intercâmbio cultural” neste caso é infinitamente mais interessante e proveitoso do que quando se hospeda em hotéis à mercê dos tradicionais roteiros turísticos…

Alguns amigos que me hospedaram. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Alguns amigos que me hospedaram. (clique sobre a foto para ampliá-la)

“Ok, isso parece óbvio, Fabinho, mas como é que eu vou conhecer esse povo?”, imagino que você esteja se perguntando. Ora! Hoje em dia, existe uma infinidade de maneiras diferentes de se fazer amigos no exterior. Através da internet (leia Facebook), você pode contatar pessoas que tenham interesses parecidos com os seus e assim fazer novas amizades. Eu tenho uma amiga, por exemplo, que viajou os Estados Unidos inteirinho ficando na casa de amigos que ela conheceu através de sua igreja evangélica. Conheço um outro cara que rodou a Austrália através de amigos que ele fez por causa do surf… Não é difícil! E na verdade é muito divertido e prazeroso conhecer gente de outros países, de outras culturas, através da internet.

Com amigos da Associação Cubana de Esperanto. (clique sobre a foto para ampliá-la)

Com amigos da Associação Cubana de Esperanto. (clique sobre a foto para ampliá-la)

No meu caso, eu fiquei hospedado na casa de amigos que conheci por meio do Esperanto. Pra quem nunca ouviu falar, o Esperanto é uma língua planejada (e maluca!) com milhões de falantes espalhados pelo mundo. Então, através dele fiz amigos em vários países e isso facilitou e barateou extraordinariamente minha viagem. Ao todo me hospedei nas casas de 18 pessoas, em 3 países, ao longo de 6 meses. Isso realmente fez toda a diferença no meu sabático, não só porque economizei dinheiro, mas principalmente porque fiz dezenas de amigos e entrei em contato direto com a cultura, com os costumes, com a vida real de cada lugar que visitei. #FicaaDica

[Fábio Monteiro]

Resumo: kiel estis via vojaĝo?

Summary: how was your trip?

Resumen: ¿cómo fue tu viaje?

10/01/2014 at 12:38 1 comentário


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Um blog pra quem gosta de se aventurar pelo mundo. Dicas e relatos de viagem baseados em fatos reais.

Blogo por tiuj, kiuj ŝatas riski sin tra la mondo. Konsiloj kaj rakontoj pri vojaĝoj bazitaj sur realaj okazaĵoj.

A blog for those who like to venture into the world. Tips and travel accounts based on real events.

Un blog para aquellos que gustan de aventurarse en el mundo. Consejos y relatos de viajes basados en hechos reales.

1 de junho de 2016
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